quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A paz

No primeiro dia do ano este balanço dramático. Como é possível?
As zonas de conflito continuam a alastrar-se como enormes feridas abertas.
Enquanto as populações sofrem, há quem alimente a destruição e ainda lucre com a sua desgraça.

A paz, palavra repetida nas negociações da ONU, continua a ser desprezada relativamente aos interesses económicos e/ou estratégicos.

A vida humana começa a perder o valor que tinha adquirido na história recente. Tudo é avaliado em termos estratégicos e de interesses ocultos. Tudo é triturado, ossos e sangue, na máquina infernal do calculismo do poder e do lucro.

O mais comovente dos vários documentários que descobri no youtube é ver como os refugiados são recebidos e acolhidos nos países fronteiriços e em aldeias perdidas nas montanhas, enquanto na Europa se verifica uma incapacidade de lidar com estes fluxos migratórios.







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